Syrtó nissiótiko

É a dança básica das ilhas do Egeu. Depois da conhecida catástrofe de Esmirna, em 1922, tornou-se muito popular também entre os gregos de Constantinopla e do oeste da Ásia Menor (Jônia).
Algumas vezes, o syrtó nissiótiko é parte de outras danças como, por exemplo, o mihanikó, de Kálymnos – uma música mais lenta interrompe o syrtó, e o cabeça da fila, com uma bengala, simula dor nas pernas e nas costas, sintomas de uma doença causada pelo mergulho a grandes profundidades para pescar esponjas do mar.